| NÍVEL 1 –
Características:
O
primeiro contacto do aluno com o parapente é através
de um primeiro voo de baptismo, em bilugar, realizado e manobrado
pelo instrutor.
O aluno limita-se a acompanhar o instrutor e experimentar a primeira
sensação de voar.
De seguida, o aluno aprende a familiarizar-se com o material ( cadeira/arnês,
capacete e asa) através de primeiras manobras no solo.
Levantar a asa no ar (inflar a asa) e correr como que a simular
a descolagem.
Só depois se realizam pequenos voos rasos e planados (rentes
ao chão) para adaptação com supervisão
e acompanhamento constante do instrutor.
Metas a atingir (com várias
simulações e ensaios de voo, mínimo
10 ensaios):
O
aluno fica com noções de voo e aerodinâmica
(porque voa uma asa?)
Princípios
de segurança no voo e cuidados com o material de voo.
Técnicas
de inflado (levantar a asa no ar, de frente e costas)
A técnica
primária da descolagem e aterragem.
NÍVEL 2 –
Características:
Iniciação no voo
autónomo a baixa altitude.
Primeiras manobras de controlo da aeronave.
Aperfeiçoamento de controlo da aeronave no solo.
Metas a atingir (mínimo
20 Voos):
Controlo
máximo da aeronave no solo.
Controlo da
técnica de descolagem, aproximação e aterragem.
Consolidar
a prática de descolagem e voo directo para aterragem.
Teoria: Regras
de “código” de voo;
A
legislação do voo livre;
Noções
básicas de meteorologia, aerologia e climatologia;
Noções
de primeiros socorros.
Saber planear
um voo.
NÍVEL 3 – Características:
Manobras diversas de aproximação
á aterragem.
Iniciação ao voo dinâmico (em encostas, montes,
dunas) e termodinâmico (com ascendentes térmicas de
encosta)
Aplicação dos códigos de prioridades e segurança
em pleno voo.
Metas a atingir (mínimo 30
Voos)
Capacidade
e independência do aluno em realizar o voo sozinho, desde
a descolagem, manobras
de aproximação e aterragens rápidas.
Domínio
do voo dinâmico.
Consolidação
da teoria iniciada no nível 2 e preparação
para exame final prático e teórico.
Após exame final teórico
e prático, e desde que tenha aproveitamento, o aluno
é considerado “PILOTO
AUTÓNOMO” , só
então a FPVL (Federação portuguesa de Voo livre)
emite uma licença de voo ao piloto (LICENÇA DE PILOTO
DE NÍVEL 3).
NÍVEL 4 – Características:
Iniciação de voos em ascendente
térmica com acompanhamento do instrutor até á
consolidação da técnica do voo em térmica.
Metas a atingir (voo
em montanha, mínimo 5 horas)
Controlo
da aeronave em ascendente térmica.
Compreensão
dos factores responsáveis pela origem das ascendentes térmicas no seu contexto
meteorológico.
NÍVEL 5 – Características:
Utilização dos conhecimentos
de voo em térmica (ascendente térmica) para realizar
voos de distância. Distância entre vários pontos
predefinidos e triangulações de voo.
Noções básicas de orientação.
Metas a atingir (voo em montanha,
em grupo com plano de voo)
Consolidação
e aperfeiçoamento de todas as técnicas de voo, tirando
partido de
materiais de alta
performance (asa, cadeira, fato,...) e de instrumentos de orientação
(GPS) de forma a obter altos rendimentos e resultados.
Aperfeiçoamento
de técnicas para competição.
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